Não chega ao tornozelo esquerdo de "Gran Torino" (em classe de cinema), mas o filme é bom. "A Troca", para lá do drama verídico, é (outra vez, pelas mãos de Clint Eastwood) um retrato dos tempos.
Mas para lá do tempo que narra, o que emociona realmente é o "desenho" de uma mulher que consegue ser sofrida, leve e bonita ao mesmo tempo. Angelina Jolie encarna a personagem mais encantadora, singela (qual timidez defendida pela aba do chapéu) e feminina deste ano de cinema.
Venha o louvor para a fotografia e para o incrível guarda-roupa. E bendito o timing dos acontecimentos, bem hajam os bucólicos anos 20.
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